A quarta temporada do The Voice Austrária – Blind Auditions & The Battles.

The-Voice-AUAcompanhando pela primeira vez e gostando cada vez mais.

A única franquia do The Voice que eu acompanhava era a americana, até hoje não parei pra ver a versão britânica e por motivos de fazer parte do #TeamReality do @MixDeSeries comecei a ver a quarta e atual temporada da versão australiana do programa. O resultado? Estou gostando cada vez mais.

Vou tentar fazer um geralzão aqui pra vocês, até porque foi pro ar essa semana o primeiro live da temporada, mas vou falar um pouco das fases anteriores. A bancada de mentores é composta por Ricky Martin, Jessie J, Joel e Benji e Madden e Delta. Essa última eu nunca tinha ouvido falar e confesso que me apaixonei desde o primeiro episódio.

A primeira fase, que trouxe as blind auditions foi a que menos gostei. Achei engraçado, porque na versão americana é sempre uma das minhas preferidas, mas a do AU não me empolgou muito. Teve sim algumas ótimas performances, mas a maioria não foi lá grande coisa. Em relação aos mentores, nessa fase Jessie foi a que mais me revoltou, talvez por eu já ter uma certa antipatia pela cantora, só sei que ela me deixou com raiva em vários momentos dos primeiros episódios.

Teve sim algumas audições que gostei bastante, não foram muitas, mas teve. Pra não deixar de comentar sobre nenhum, quero particularmente reservar esse espaço para a blind do Jeremy Ryan, o cantor de ópera que me ganhou desde o primeiro momento por causa da sua família enorme e maravilhosa. A voz do cara é incrível, mas aquela família fofa me conquistou desde o primeiro momento. Dá só uma conferida na audição.

Já na fase das batalhas preciso dizer que foi exatamente o momento em que fui literalmente conquistado pelo programa. Uma batalha mais perfeita que a outra, candidatos que eu nem lembrava o nome me surpreenderam e outros que conseguiram me ganhar ainda mais com suas performances. Vou comentar sobre quatro em particular, que foram as minhas preferidas nessa fase.

Ellie Drennan x Shyjana Terzioska – “Elastic Heart”

Essa foi a primeira batalha da temporada e foi pra começar essa segunda chave da melhor maneira possível. Foi quando Jessie começou a me conquistar, fazendo um ótimo trabalho com as duas candidatas, escolhendo uma música maravilhosa, que resultou nessa batalha linda!

Grace Pitts x Jake Howden – “Blank Space“

Se for pra eleger a batalha mais romântica dessa fase essa garante fácil o primeiro lugar. Foi muito lindeza ver Grace e Jake cantando essa versão linda de “Blank Space” e vamos combinar que a química entre os dois era algo maravilhoso e fofo.

Tim McCallum x Mark Stefanoff – “The Impossible Dream”

Estou até hoje tentando superar essa batalha sensacional. Foi de longe uma das melhores que já vi em algum programa desse tipo, com Tim voltando a impressionar com sua superação e claro, Mark surpreendendo igualmente com uma voz espetacular. Foi uma performance impecável de ambas as partes e ainda não me conformo com o fato de Mark ter sido eliminado, já que os dois mereciam seguir a diante.

Nicolas Duquemin x Nina Baumer – “Empire”

Essa foi a tal batalha que mais me ganhou. Até hoje ainda pego pra assistir novamente, porque gente, foi muito maravilhosa. Nina foi a grande surpresa, porque não estava esperando aquele vozeirão da guria, aliás, não lembrava dela na blind. Nicolas por outro lado já tinha me ganhado durante a audição, mas nessa batalha foi muito além e entregou uma ótima performance. Os dois foram espetaculares e felizmente ambos seguiram para a fase seguinte.

A fase seguinte, intitulada “Super Battles” pra mim foi o maior erro do programa até aqui. Não consegui entender o motivo de cada time ter que selecionar três candidatos para batalhar entre si e no final das contas selecionar apenas um vencedor. Achei desnecessário e poderiam muito bem ter seguido o mesmo estilo da versão americana. Muitos candidatos talentosos acabaram sendo eliminados nessa fase, o que me revoltou bastante, assim como as decisões de alguns mentores que ainda não consegui engolir (Madden e Delta).

Sobre o primeiro live, que aconteceu no último sábado, mais tarde vou montar um post com comentários sobre todas as performances, mas vale dizer que o The Voice AU é uma boa opção para quem está se sentindo órfão de um reality musical.

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